MEU SONETO
No meu soneto as palavras se beijam
de forma fleumática,
atroz e de loucura
Pegam carona no
papel, e assim viajam
E sem rumo, anda sempre a tua procura.
E nesta luta quimérica
contra a realidade
Vou vivendo de passado e
sem presente
Olhando a esperança
dormir na verdade
Coisas
estranhas que só o coração sente.
No meu soneto no
silêncio das palavras
Busco o irreal de sonhos
interrompidos
Consequência de amores
mal resolvidos.
No meu soneto de noites
mal dormidas,
Procura espaço para não ser esquecido
Ele não morre antes
mesmo de ser lido...
Sidnei da Rosa Fontoura
– 31.03.2014 - 18:21 hr
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirParabéns ao Dr poeta ... lindo poema ...
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