TEMPO PASSADO
Também
tenho saudade, que me traz uma amargura
lá
nos confins do tapume lembrando da noite escura
Do
clarão do vagalume, sempre enfeitando a
cidade
E
aquela festança linda nos teus quinze anos de idade
Quanta
saudade daquele som romântico harmonioso
Que
eu pontilhava sozinho no velho violão
sonoroso
Sentindo
no peito o abraço meditando na madrugada
Quando
lembrei com carinho da primeira namorada.
Eu
hoje sinto saudade das noites escuras de
serenata
E
a lua mesma que prata ia clareando que nem estrela
E
eu ali passando horas cantando pra minha donzela
Escrevi de tudo um pouco, recordando meu
passado
Não
quero escrever mais , calado assim me
mantive
Pois
já estou com saudade de tudo que eu nunca tive...
Sidnei
da Rosa Fontoura – 30.08.2014 as 17:07 hr
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