quarta-feira, 25 de março de 2015

TEMPO PASSADO

                               TEMPO PASSADO

Também tenho saudade, que me traz uma amargura
lá nos confins do tapume lembrando da noite escura
Do clarão do vagalume,  sempre enfeitando a cidade
E aquela festança linda nos teus quinze anos de idade

Quanta saudade daquele som romântico harmonioso
Que eu pontilhava sozinho no velho  violão sonoroso
Sentindo no peito o  abraço meditando na madrugada
Quando lembrei com carinho da primeira namorada.

Eu hoje sinto saudade das noites escuras  de serenata
E a lua mesma que prata ia clareando que nem estrela
E eu ali passando horas cantando pra minha donzela

 Escrevi de tudo um pouco, recordando meu passado
Não quero escrever mais , calado  assim me mantive
Pois já estou com saudade de tudo que eu nunca tive...


Sidnei da Rosa Fontoura – 30.08.2014 as 17:07 hr

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