Adeus belos Ideais
Passei dias, meses, anos tecendo ilusões
Foram horas intermináveis de insônia
E a culpada desse desfecho e a decepção
Que ficou
morando,
na triste agonia.
Vazios são resquícios de o meu próprio ser
Chora só, em cada esquina uma saudade
Mas recuso-me sempre em voltar a viver
Risos, vozes, sombra da minha mocidade.
Reflexo dos meus amores, fictícios e sensuais
Destruído no meu peito, meus belos ideais
Que a vida me deu, e que não foi factível.
Gestos perdidos de outrora, falsas amizades,
Envio meu
adeus a minha
querida cidade
Berço eterno, fragmentos dos meus devaneios.
Sidnei da Rosa Fontoura = 07.10.2013 - 21.06 – hrs
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