Madrugada...
Quando eu mateio solito
A esmo nas madrugadas
Sinto um abalo esquisito
Lembrando a minha amada.
Vejo deitado um cusquito
Bombeando lá pra
invernada
Só o mate no meu
ranchito
Aquece-me a alma gelada.
É triste matear sozinho
Na espera de um novo
dia.
Num rancho sem ter
carinho.
Já com minha erva lavada
Há se o velho tempo
parasse
Não tendo mais
madrugada.
Sidnei da Rosa Fontoura
- 20.10.2013
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